Sobre a Revista

A Revista Leituras de Economia Política surgiu em 1995, ano do lançamento de sua primeira edição, como produto da iniciativa de um grupo de estudantes da pós-graduação do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (IE/UNICAMP). Desde então é gerida pelos alunos pós-graduandos do Instituto de Economia, com o objetivo de servir de instrumento ativo de aprendizagem e troca de experiências entre o segmento discente, composto por mestrandos e doutorandos. A Revista encontra-se aberta à publicação de pós-graduandos de economia de outros centros de ensino de pós-graduação do país, objetivando ampliar o espaço de discussão e debate, indispensável ao avanço de nossa “ciência”, e consolidar a opção pluralista das publicações da LEP.

A Revista LEP procura preservar uma perspectiva crítica e interdisciplinar dos problemas econômicos, de maneira a abranger uma pluralidade de temáticas e uma multiplicidade de nexos com as outras ciências sociais. A Revista encontra-se aberta à publicação de pós-graduandos em Economia e Ciências Sociais Aplicadas de centros de ensino de todo o país, bem como de instituições internacionais, desde que os trabalhos estejam escritos em português, espanhol ou inglês. Objetiva-se, assim, ampliar o espaço de discussão e debate, indispensável ao avanço de nossa ciência, bem como consolidar uma estrutura pluralista das publicações.

O escopo da Revista LEP concentra-se em 12 áreas temáticas da Economia e áreas afins, sendo estas:
Teoria Econômica, Economia Social e do Trabalho, Economia Internacional, Economia Regional e Urbana, Economia Brasileira, Economia Agrícola e do Meio Ambiente, História Econômica, Economia Latino-americana, História do Pensamento Econômico, Metodologia Econômica, Economia Política, e Economia Industrial.

A LEP publica artigos de pesquisas originais e não divulgadas em outras revistas. Quanto às resenhas, não necessariamente devem ser de obras que não apresentem resenhas publicadas em outros periódicos, desde que o livro resenhado tenha sido publicado há, no máximo, 05 (cinco) anos.